Dama de Ferro.

Quinta-feira.6.Março.08 at 4:00 pm (Pensamentos)

Gostaria que ficasse registrado que ontem eu fui no melhor show da minha vida.
E tenho dito.

“Tell me why I had to be a Powerslave
I don’t wanna die, I’m a God,
why can’t I live on?
When the Life Giver dies,
all around is laid to waste..
And in my last hour,
I’m a slave to the Power of Death.”

–Iron Maiden, Powerslave

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O Caminho.

Domingo.2.Março.08 at 7:30 am (Pensamentos)

Recentemente, passei algumas noites refletindo sobre os padrões de comportamento de pessoas genéricas e as suas consequências. Me impressionei ao achar alguns padrões que levam a alguns resultados com ocorrências deveras grande, prova para mim que o padrão e a sua consequência estão interligados fortemente. O padrão X vai produzir necessariamente, em 90% dos casos, o resultado Y. O padrão A vai produzir o resultado B. Sendo assim, chegamos à conclusão que pessoas com padrões A de comportamento estão impossibilitadas de conseguir o resultado Y.

Mas chega de ladainha e vamos aos exemplos práticos que tudo vai ficar claro.

Primeiro, precisamos de um cenário em comum. Digamos.. Uma casa noturna. Criemos 3 seres imaginários, com as mesmas características físicas e intelectuais, impossíveis de serem diferenciados. Vamos chama-los de A, B e C. Os três sentam-se em uma mesa, ao lado de uma guria F, em realidades alternativas (para podermos dizer que tudo ocorreu ao mesmo tempo nas mesmas condições). Nosso amigo, o ser A, cumprimenta timidamente a garota, que sorri em resposta. Eles tem uma breve conversação, mas as vicissitudes do destino fazem eles se separarem. A sente-se momentaneamente feliz, mas volta para casa sem realização alguma e triste. Já B senta-se ao lado da garota F e abraça-a pelas costas. F lhe dá um tapa na cara e vai embora. Logo depois, B abraça outra garota, e tem uma noite feliz. A vida de B funciona e é razoavelmente feliz. Já C acaba de ser feliz com uma garota e já chega agarrando nossa amiga F. Alguns minutos depois, ele está em outra, e assim sucessivamente. C é uma pessoa realizada social e afetivamente.

Nesta linha de pensamento, podemos notar que A nunca terá a realização social e afetiva de C, pelo simples fato de que seu padrão de atitudes e ações é quase contrastante do de C. Certamente há uma injustiça gritante por aí, mas volta e meia podemos nos perguntar novamente.. Quem disse que tudo isso deveria ser justo em primeiro lugar?

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