Troca.
Troquei de endereço.
Para quem quiser continuar acessando: Devious 2.0
No mais, nada. Mas é importante ressaltar a utilidade de um bom vinho em invernos rigorosos.
Her Needs.
She can see you want her
You can feel she knows
Suspicious of her reasons
You wonder where she goes
You can feel the tension
Tighten like a wire
It’s nothing you can mention
But still it makes you tired
You won’t be used by her today
But you know it’s just like every other day
You’re fooled again
How long can you be there for her needs?
I can hear you wonder
Just what you do it for
But the pressure that you’re under
Makes you want her more
You won’t be used by her today
But you know it’s just like every other day
She plays to win
How long can you be there for her needs?
–Her Needs, Mesh.

Porto Alegre, 3 a.m.
“A violência é tão fascinante
E nossas vidas são tão normais
E você passa de noite e sempre vê
Apartamentos acesos
Tudo parece ser tão real
Mas você viu esse filme também.
Andando nas ruas
Pensei que podia ouvir
Alguém me chamando
Dizendo meu nome.
Já estou cheio de me sentir vazio
Meu corpo é quente e estou sentindo frio
Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber
Afinal, amar o próximo é tão demodé.”
–Baader-Meinhof Blues, Legião Urbana.

Such a Heavenly Way to Die.
Take me out tonight
Leve-me para sair esta noite
Where there’s music and there’s people
Onde haja música e onde haja pessoas
Who are young and alive
Que são jovens e vivas
Driving in your car
Dirigindo seu carro
I never never want to go home
Eu nunca, nunca mais quero ir para casa
Because I haven’t got one anymore
Porque eu não tenho mais uma
Take me out tonight
Leve-me para sair esta noite
Because I want to see people
Pois eu quero ver pessoas
And I want to see lights
E eu quero ver as luzes
Driving in your car
Dirigindo seu carro
Oh please don’t drop me home
Por favor, não me deixe em casa
Because it’s not my home
Porque já não é minha casa
It’s their home
É a casa deles
And I’m welcome no more
E eu já não sou mais bem vindo
And if a double-decker bus
E se um ônibus de dois andares
Crashes into us
Batesse em nós
To die by your side
Morrer ao seu lado
Such a heavenly way to die
Que forma divina de morrer
And if a ten-ton truck
E se um caminhão de dez toneladas
Kills the both of us
Matasse nós dois
To die by your side
Morrer ao seu lado
Well, the pleasure and the privilege is mine
Bem, o prazer e privilégio são meus
Take me out tonight
Leve-me para sair esta noite
Oh take me anywhere
Leve-me para qualquer lugar
I don’t care, I don’t care, I don’t care
Eu não me importo, eu não me importo, eu não me importo
And in the darkened underpass
E no tunel escuro
I thought “Oh God, my chance has come at last”
Eu pensei “Deus, minha chance finalmente chegou”
But then a strange fear gripped me
Mas então um estranho medo me prendeu
And I just couldn’t ask
E eu simplesmente não pude perguntar
Take me out tonight
Leve-me para sair esta noite
Take me anywhere
Leve-me para qualquer lugar
I don’t care, I don’t care, I don’t care
Eu não me importo, eu não me importo, eu não me importo
Just driving in your car
Apenas dirigindo seu carro
I never never want to go home
Eu nunca mais quero ir para casa
Because I haven’t got one
Porque eu não tenho mais uma
Oh, I haven’t got one
Eu não tenho mais uma
There is a light that never goes out
Há uma luz que nunca se apaga
There is a light that never goes out
Há uma luz que nunca se apaga
There is a light that never goes out
Há uma luz que nunca se apaga
There is a light that never goes out
Há uma luz que nunca se apaga

//Não soube decidir se isso poderia ser considerado apenas uma música, por isso a tag Poemas também.
Black Celebration.
“Let’s have a black celebration
Black celebration
Tonight
To celebrate the fact
That we’ve seen the back
Of another black day
I look to you
How you carry on
When all hope is gone
Can’t you see
Your optimistic eyes
Seem like paradise
To someone like
Me
I want to take you
In my arms
Forgetting all I couldn’t do today
Black celebration
Black celebration
Tonight
To celebrate the fact
That we’ve seen the back
Of another black day
I look to you
And your strong belief
Me, I want relief
Tonight
Consolation
I want so much
Want to feel your touch
Tonight
Take me in your arms
Forgetting all you couldn’t do today
Black celebration
I’ll drink to that
Black celebration
Tonight”
–Black Celebration, Depeche Mode.
Wo Bist Du?
Nossa, quase 900 views. E eu praticamente não atualizo..
Vamos lá, pessoal. Quem são vocês? Entendam, eu não quero ser chato, mas fiquei curioso. Se todos que lessem isso pudessem deixar um comentário, mesmo que seja algo vazio, como Anônimo, eu agradeceria.
Mais interessante ainda seriam se vocês aproveitassem para deixar onde moram, mais uma vez, só por curiosidade. E como chegaram aqui..
Eu realmente não tenho muito o que dizer. Está tudo correndo (literalmente correndo, para não dizer voando) como a anos atrás. Estou saindo bem pouco de casa, estou acumulando trabalhos (infelizmente estes são um “pouquinho” mais sérios do que na época de colégio..) e principalmente estou levando a vida por simples tédio. Todos os dias são iguais a todos os dias são iguais. Tudo parece frustrantemente previsível, principalmente o que deveria trazer mais emoção à vida.
Imagino pessoas normais sextas e/ou sábados à noite. Um dos cenários possível é dos homens se reúnem em um buteco sujo de esquina para tomar uma cerveja barata com os amigos, comentando sobre as últimas do futebol, as últimas mulheres que comeram, e tirando sarro uns dos outros. Alguma porcaria gordurosa que absorve o gosto de cigarro forte que há pelo ar para acompanhar.
Também temos as mulheres festeiras. Sempre com a última técnica em maquiagem, o melhor dos perfumes, a menor das roupas. É impossível não nota-las, pelos Deuses, é difícil deixar de nota-las. As gurias querem ser elas, os caras querem ser elas. Poderiam ter qualquer um quando quisessem, mas não. Preferem ficar sós, e reclamar e chorar com as amigas. Preferem acreditar que será assim para sempre.
“Entre o rosto e o retrato, o real e o abstrato
Entre a loucura e a lucidez
Entre o uniforme e a nudez
Entre o fim do mundo e o fim do mês
Entre a verdade e o rock inglês
Entre os outros e vocês
Eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão
Entre mortos e feridos
Entre gritos e gemidos
A mentira e a verdade
A solidão e a cidade
Entre um copo e outro da mesma bebida
E entre tantos corpos com a mesma ferida..
Eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão
Entre a crença e os fiéis
Entre os dedos e os anéis
Entra ano e sai ano, sempre os mesmos planos!
Entre a minha boca e a tua há tanto tempo, há tantos planos
Mas eu nunca sei pra onde vamos
E eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
E que não passa de ilusão
Que não passa por aqui, não
E que não passa de ilusão!”
–A Revolta dos Dândis (Acústico), Engenheiros do Hawaii.
*P.S.: Acredito que tenha perdido um pouco o foco. Tudo bem, tudo passa.
Tudo passará.
Por Enquanto.
Ah, irritações. Acho incrível que quem acompanha o teu crescimento mais de perto é o que menos parece notar. Meus pais me protegem demais. De forma tal que eles querem TANTO o “melhor para mim” que eu não agüento, me sinto sufocado demais.
Essa é minha vida ou a deles? Afinal, que diferença faz eu estar consciente neste corpo se como uma marionete sou controlado por eles, em todas as ações? Minha mãe carregou dentro do ventre durante 9 meses, e durante mais 18 anos tem cuidado de mim. Não quero parecer mimado ou ingrato.. Mas quem me conhece sabe da situação. Quando se toca no assunto, eu escuto a palavra responsabilidade. “Quando tu tiver alguma responsabilidade, Renan, aí tu vai poder fazer o que quiser.”. Parece bom.
Pena que eles que decidem quando eu sou responsável e quando não sou. Achava que era por questão de notas, mas não é. Estou indo bem, quase liderando a minha turma na maior parte das cadeiras.
Inútil. Tudo para me manter debaixo de suas asas.
“Mudaram as estações
E nada mudou
Mas eu sei
Que alguma coisa aconteceu
Está tudo assim tão diferente…
Se lembra quando a gente
Chegou um dia a acreditar
Que tudo era prá sempre
Sem saber
Que o pra sempre
Sempre acaba…
Mas nada vai
Conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém
Só penso em você
E aí então estamos bem…
Mesmo com tantos motivos
Prá deixar tudo como está
E nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta prá casa…”
Agora eu vou lá, sair contra a vontade deles. Me destruir com álcool. Mas não antes de brindar à vocês: Os melhores pais do mundo.
Por Razões Desconhecidas.
“Eu sei que se o destino for gentil, eu tenho o resto em mente.
Mas meu coração, ele não bate, ele não bate da forma que costumava.
E meus olhos, eles não te vêem mais.
E meus lábios, eles não beijam, não da forma que costumavam.
E meus olhos não mais te reconhecem..
Por razões desconhecidas.“
De certa forma, sobre carência, nostalgia, e outras doenças terminais.
Dama de Ferro.
Gostaria que ficasse registrado que ontem eu fui no melhor show da minha vida.
E tenho dito.
“Tell me why I had to be a Powerslave
I don’t wanna die, I’m a God,
why can’t I live on?
When the Life Giver dies,
all around is laid to waste..
And in my last hour,
I’m a slave to the Power of Death.”
–Iron Maiden, Powerslave
O Caminho.
Recentemente, passei algumas noites refletindo sobre os padrões de comportamento de pessoas genéricas e as suas consequências. Me impressionei ao achar alguns padrões que levam a alguns resultados com ocorrências deveras grande, prova para mim que o padrão e a sua consequência estão interligados fortemente. O padrão X vai produzir necessariamente, em 90% dos casos, o resultado Y. O padrão A vai produzir o resultado B. Sendo assim, chegamos à conclusão que pessoas com padrões A de comportamento estão impossibilitadas de conseguir o resultado Y.
Mas chega de ladainha e vamos aos exemplos práticos que tudo vai ficar claro.
Primeiro, precisamos de um cenário em comum. Digamos.. Uma casa noturna. Criemos 3 seres imaginários, com as mesmas características físicas e intelectuais, impossíveis de serem diferenciados. Vamos chama-los de A, B e C. Os três sentam-se em uma mesa, ao lado de uma guria F, em realidades alternativas (para podermos dizer que tudo ocorreu ao mesmo tempo nas mesmas condições). Nosso amigo, o ser A, cumprimenta timidamente a garota, que sorri em resposta. Eles tem uma breve conversação, mas as vicissitudes do destino fazem eles se separarem. A sente-se momentaneamente feliz, mas volta para casa sem realização alguma e triste. Já B senta-se ao lado da garota F e abraça-a pelas costas. F lhe dá um tapa na cara e vai embora. Logo depois, B abraça outra garota, e tem uma noite feliz. A vida de B funciona e é razoavelmente feliz. Já C acaba de ser feliz com uma garota e já chega agarrando nossa amiga F. Alguns minutos depois, ele está em outra, e assim sucessivamente. C é uma pessoa realizada social e afetivamente.
Nesta linha de pensamento, podemos notar que A nunca terá a realização social e afetiva de C, pelo simples fato de que seu padrão de atitudes e ações é quase contrastante do de C. Certamente há uma injustiça gritante por aí, mas volta e meia podemos nos perguntar novamente.. Quem disse que tudo isso deveria ser justo em primeiro lugar?
